Archive for Agosto, 2007

A capacidade antioxidante dos carotenóides

Quinta-feira, Agosto 16th, 2007

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Compostos antioxidantes têm sido largamente estudados em sistemas-modelo e desordens genéticas e adquiridas, por combaterem eficientemente a ação lesiva causada pelas Espécies Reativas de Oxigênio/Nitrogênio (EROs/ERNs). Durante os diferentes processos metabólicos em qualquer ser vivo, um diversificado espectro de EROs/ERNs é produzido e contrabalanceado por defesas antioxidantes de alcance e propriedades físico-químicas distintas. Defesas antioxidantes podem ser produzidas pelo próprio organismo ou podem ser adquiridas através da dieta. Entre os mecanismos químicos antioxidantes, encontram-se os carotenóides, pigmentos típicos de vegetais, algas e microrganismos - mas presentes também em animais - capazes de inibir ou prevenir as ações nocivas das EROs/ERNs.

A astaxantina (AST) e a cantaxantina (CAN) são pigmentos encontrados em organismos marinhos, desde microorganismos até peixes. A b-criptoxantina é um carotenóide melhor distribuídos entre organismos terrestres, sendo abundante inclusive no plasma sangüíneo humano. A capacidade antioxidante desses pigmentos está relacionada à sua estrutura química, que contém uma longa cadeia hidrofóbica conjugada. Esses carotenóides possuem também grupamentos funcionais de oxigênio, como hidroxila (b-criptoxantina e AST) e cabonila (CAN e AST). Essas características favorecem a interceptação direta de radicais peroxil e alcoxil e, além disso, pesquisas sugerem que esses pigmentos são capazes de alterar as propriedades físico-químicas de biomembranas, dificultando a permeabilidade de EROs e ERNs. Dessa maneira, o objetivo deste trabalho é avaliar a capacidade antioxidante desses carotenóides, quando submetidos a diferentes microambientes, verificando também possíveis alterações estruturais em mimético de membrana biológica, e na interação dessa com proteínas, em decorrência da incorporação daqueles pigmentos.

Fazendo acontecer: turismo

Quinta-feira, Agosto 16th, 2007

Formada em Turismo, Débora Medeiros fala um pouco sobre sua vida acadêmica na Universidade São Judas Tadeu e dá algumas dicas importantes aos vestibulandos.

Tempo real: vida de jornalista

Quinta-feira, Agosto 16th, 2007

O jornalista Fábio Quiorino, formado pela Universidade São Judas Tadeu, fala um pouco sobre os altos e baixos da carreira de um jornalista.

Vida em campus

Quinta-feira, Agosto 16th, 2007

A administradora de empresas Tatiana Versati, formada pela Universidade São Judas Tadeu, fala sobre a vida dentro do campus e os valores de uma universidade.

Gordura no processo de cicatrização

Quarta-feira, Agosto 15th, 2007

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Estudos do grupo demonstram que os ácidos oleico, linoleico e linolênico podem ser utilizados em feridas como agentes pró-inflamatórios durante a fase inflamatória do processo de cicatrização, contribuindo para acelerar o processo de reparo através da sinalização para migração, liberação de citocinas, fatores de crescimento e espécies reativas de oxigênio em neutrófilos e fibroblastos.

Embora existam diversos estudos demonstrando o efeito benéfico do uso sistêmico e da aplicação tópica de ácidos graxos no tratamento de feridas, estes são na maioria ensaios clínicos sem evidências de mecanismos celulares e moleculares envolvidos. A atividade física regular favorece a cicatrização de feridas em humanos.

Em contrapartida, em competições esportivas de longa duração, disfunções nas concentrações plasmáticas de ácidos graxos e o aparecimento de ferimentos são achados comuns, sendo que este último constitui um grave problema para os atletas. Neste sentido, nosso grupo vem investigando extensivamente o efeito dos ácidos graxos nos mecanismos celulares e moleculares envolvidos no processo de cicatrização.

Nossa perspectiva futura é de que, se houver efeito positivo dos ácidos graxos no processo de reparo, esses sejam evidenciados bem como o mecanismo envolvido determinado, possibilitando desta forma a utilização de ácidos graxos não só em ferimentos de atletas, mas também em outras situações como, por exemplo, em feridas diabéticas.